Estude fora com o tênis! (Parte 3)

Neste terceiro texto da série “Estude fora com o tênis!”, o entrevistado é o Rodrigo Marques Perdigão, de 22 anos, que nasceu em Campinas-SP. Ele joga tênis desde os seus 7 anos e começou a participar de torneios aos 12. A partir dos 18 anos, o seu interesse pelo esporte se intensificou ainda mais, e foi aí que ele se mudou para São Carlos, onde iniciou os treinos no CFR (Centro de Formação e Rendimento), começou a participar de torneios profissionais e decidiu estudar em uma faculdade nos Estados Unidos. Confira a entrevista:

Como foi o processo de decisão sobre tentar conseguir uma bolsa como atleta nos EUA?

Graças ao centro de treinamento em que eu estava (CFR), comecei a fazer contato com uma empresa de recrutamento de esportistas para faculdades nos EUA.

Como é o processo de seleção?

Primeiramente, foi feito um currículo de vida acadêmica e esportiva. Logo após, com a ajuda de meu técnico, Elson Longo, fizemos um vídeo mostrando todos os meus fundamentos no tênis. Esse vídeo, por intermédio dos recrutadores da University Pros, foi encaminhado para os treinadores das faculdades que eu havia selecionado previamente de acordo com a região para a qual eu gostaria de ir. Após a análise, os treinadores optaram por me receber ou não no time.Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou por lá?

Depois de ter sido selecionado por alguns treinadores, foi muito difícil eu fazer a escolha da faculdade para a qual eu iria, pois havia gostado da estrutura, da localização e dos treinadores de algumas delas.

O que você aprendeu com essa experiência?

Para mim, a experiência de morar e estudar em um país como os EUA é uma oportunidade única. A diferença de idioma atrapalha um pouco no início; porém, com o tempo, o que antes era dificuldade virou conquista. A cultura também é bem diferente e, depois de você se acostumar, é um grande aprendizado. Uma surpresa que tive quando cheguei foi a de me deparar com outros atletas de nível muito alto, de vários países, e também a ótima estrutura que a maioria das universidades têm. Esse foi apenas o meu primeiro ano; tive ótimos resultados como First Team All WSC Men’s Single and Doubles e um prêmio no Hall of Fame da faculdade como All Conference State Qualifier. Além disso, o Ventura College, faculdade onde estudei, foi campeão da Western State Conference (WSC).

“Para mim, a experiência de morar e estudar em um país como os EUA é uma oportunidade única.A cultura também é bem diferente e, depois de você se acostumar, é um grande aprendizado.”

(Rodrigo Perdigão)

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